quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Projeto Político Pedagógico - PPP - Parte 1(Índice até pág. 25)




Apresentação


03
Identificação da Escola


04
IDENTIFICAÇÃO – CARACTERIZAÇÃO DO CONTEXTO DO MUNICIPIO DE JURUENA


04
HISTÓRICO DA ESCOLA


07
CONCEPÇÕES PEDAGÓGICAS


09
ETAPAS DA EDUCAÇÃO BÁSICA


11
PLANEJAMENTO ESCOLAR


11
CONCEPÇÃO DE AVALIAÇÃO


12
EXPLANAÇÃO SOBRE A AVALIAÇÃO NAS VÁRIAS ÁREAS DO CONHECIMENTO, DISCIPLINAS OU NÍVEIS DE ENSINO


15
PROPOSTA CURRICULAR PARA O ENSINO REGULAR


22
CONTEÚDOS POR DISCIPLNA E NÍVEL DE CONHECIMENTO


26
PROPOSTA CURRICULAR PARA A EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS


77
INTERVALOR ESCOLAR (RECREIO)


89
COMUNICAÇÃO INTERNA E EXTERNA


89
PROPOSTA DE TRABALHO PARA SALA DE SUPERAÇÃO


89
PROPOSTA PARA FORMAÇÃO CONTINUADA


93
ANEXOS ( Calendário Escolar 2010 )


97
APRESENTAÇÃO


O Projeto Político Pedagógico é resultado de uma experiência coletiva, na qual, construímos caminhos para colocar em prática nossos paradigmas educacionais em sintonia com a filosofia da Secretaria de Estado de Educação (SEDUC).

Este documento tem como finalidade  explicitar a proposta pedagógica da Escola Estadual Dom Aquino Corrêa. Expressa a identidade desta escola, onde estão presentes sua cultura permeada por valores e expectativas, seus costumes, suas tradições, condições historicamente construídas a partir de contribuições individuais e coletivas e seu posicionamento pedagógico, desencadeador das ações educativas, numa perspectiva de fazer com que o possível e o desejável se tornem realidade.

Constitui-se de um referencial teórico de apoio que revela a função social da escola a partir de sua linha filosófica e pedagógica e de uma análise da realidade escolar com estabelecimento de prioridades, definidas pelo corpo docente  e administrativo, que orientará as mudanças que concluímos necessárias.

Este Projeto Político Pedagógico é considerado, basicamente, um referencial orientador e limitado no tempo e na abrangência de sua significação. Entra em vigor em 2010, cuja prática e avaliações conseqüentes dirão da validade e transitoriedade da proposta.
As concepções de Avaliação e do Planejamento Escolar serão apresentadas de forma a contemplar as três etapas de ensino oferecidas pela escola, bem como, um aprofundamento nas áreas do conhecimento.
A Proposta Curricular será apresentada através de texto que abrange todas as modalidades de ensino ofertadas, bem como, uma apresentação dos conteúdos curriculares por disciplina nos diversos níveis de conhecimento.
Os objetivos e a matriz curricular serão apresentados por etapa e modalidade de Ensino e a concepção metodológica será apresentada de forma globalizada.





IDENTIFICAÇÃO




A Escola Estadual Dom Aquino Corrêa, está localizado à rua 07 de maio n.º 42, Bairro Centro, no Município de Juruena, Estado de Mato Grosso. Mantida pelo Estado e administrada pela Secretaria de Estado da Educação de Mato Grosso, norteará todo o seu trabalho por este Projeto Político Pedagógico, nos termos da legislação em vigor.




OBJETIVOS E PRINCÍPIOS

A Escola Estadual Dom Aquino Corrêa, objetiva sua ação educativa, fundamentada nos princípios da universalização de igualdade de acesso, permanência e sucesso, da obrigatoriedade da Educação Básica e da gratuidade escolar.
A proposta é uma Escola de qualidade, democrática, participativa e comunitária, como espaço cultural de socialização e desenvolvimento do educando, preparando-o para o exercício e direitos e o cumprimento dos deveres, sinônimo de cidadania.

FINALIDADES





                                                                                                                               
Instalação do Projeto de Colonização

Em meados de 1974, uma equipe de topografia iniciou levantamento no município de Aripuanã, com objetivos de implantar projetos de colonização. A região escolhida margeava o rio Juruena e a área média 400.00 hectares, de um total de 01 milhão de hectares pertencentes à Colonizadora. A empresa Colonizadora Juruena Empreendimentos Ltda, queria assentar perto de 1.000 famílias de pequenos e médios agricultores, vindos principalmente do sul do Brasil. Em outros tempos, a região era habitada pelo povo indígena Rikbatsa e Cinta Larga, incluindo povos de fala Tupi.
O primeiro passo foi a construção de pista de pouso de aeronaves, considerando de vital importância para o inicio de qualquer atividade na região amazônica naquela época, onde tudo era sertão bruto. Em 24 de setembro de 1978, foi fundado, oficialmente, o Projeto de Colonização, com vila urbana, onde havia hotel, hospital, alojamento para funcionários solteiros, 20 casas para funcionários casados, uma escola (cenecista), uma serraria pica-pau e aeroporto. Na ocasião o então governador Frederico Campos compareceu ao ato liderado por João Carlos de Souza Meirelles, diretor do Empreendimento.
A energia elétrica era fornecida por geradores e racionada. Um fato curioso ocorreu nos primórdios da colonização de Juruena. A grande maioria das casas foram pintadas com óleo queimado e instalaram telas para evitar a invasão de pernilongos e mosquitos “pium”. As dificuldades enfrentadas foram muitas.
Há que se valorizar a atitude pioneira e corajosa dos que largaram o conforto da cidade grande e se dirigiram aquele rincão amazônico à procura de novos caminhos: José Vicente Filho (Zé Araújo) e sua esposa, Luiza, que administraram o Hotel Juruena, Antônio Luiz da Silva (Rio Grande), Vivaldo Marcório (Peninha), Daniel Pereira Costa e Dirceu Ribeiro de Lara (Japão), exercendo suas funções de encarregado geral, operador de máquinas, eletricista, motorista e ajudante, respectivamente andavam até 18 quilômetros, onde iam até as margens do Rio Juruena buscar mantimentos que sustentariam o sonho de futuro de muita gente, na volta chegaram a carregar até 30 kg.
Basicamente atraídos e convencidos pela propaganda governamental da necessidade de integrar a Amazônia Legal e, ainda, pela necessidade de abertura de novas fronteiras agrícolas, muitos foram os brasileiros (na sua maioria procedentes do Oeste do Estado do Paraná e Santa Catarina) que se lançaram como verdadeiros pioneiros e desbravadores atendendo a este apelo.
Em decorrência desse fato, venderam pequenas propriedades do Sul do Brasil para adquirirem maiores quantidades de área em nossa região, tirarem proveito da madeira nativa existente e da fertilidade do solo. Em julho de 1979, chegava o primeiro colono vindo do Paraná: Orlando Borges da Silva. Muitos pioneiros e suas famílias seguiram seus passos como: Emílio Doerner, Tochetto, Fredolino Scholosser, José Krul, Ottwin Scholosser, Duílio Crozetta, Zilmo Rauber Primo, Alésio Brugneira, Enio Vendrame, Arnildo Hoffmann, Cipriano Macedo, Guerino Ubiali, Jacob Kniess, João Luiz Ranzan, João Sildo Wittmann, Manoel Linhares, Otwin Brandt, Maximiano Damásio da Silveira, Nilo Salvadori, entre outros.
Havia ainda, entre outros atrativos ou vantagens que contribuíram para a decisão destes homens.
- A colonizadora projetava assentar colonos, em pequenas áreas, próximas à cidade, para que os mesmos pudessem escoar rápida e facilmente o resultado de atividades diversificadas e de pequeno porte a uma maior distancia. As áreas mais distantes da sede do município, seriam destinadas para colonos com intenção de adquirirem área maiores, para cultivo de cultura não tão dependentes da futura sede do município;
- O preço compensador de produtos como café, cacau, guaraná e a garantia dos produtos pela Cia. de Financiamento da Produção, levaram estes colonos à dedicação máxima destas atividades;
- A abertura do entreposto da Cooperativa Agropecuária de Juína Ltda – Cooperjuína em 1975 (posteriormente negociada com os produtores de Juruena em 07 de Março de 1980 em sacas de arroz a serem pagos em 03 anos, com a fundação da Cooperjuruena), a Cooperjuruena veio assegurar aos colonos de Juruena o armazenamento e a comercialização dos produtos cultivados.
- Ainda, havia, naquela época a certeza de que a CFP compraria os produtos, assegurando a estes colonos, o mesmo preço praticado n sul do País;
- E, finalmente, a garantia da propriedade, posse, jus e domínio, através da documentação legal da terra adquirida, como praticado em nosso País.
O modelo de colonização apresentado acima, não durou muito tempo; logo veio a falência da Cooperjuruena, e os produtores do município ficaram totalmente desamparados pelo projeto de colonização e pelo governo. Em 23 de agosto de 1986, Juruena recebeu a visita de um ministro de Estado, Sr. Dante de Oliveira, na ocasião, foi entregue ao Ministro, um abaixo-assinado, contendo um protesto feito por inúmeros agricultores e proprietário de Juruena, acusando a empresa colonizadora de várias irregularidades, infelizmente, as reivindicações se perderam no vazio do tempo.

Processo de Emancipação

A 07 de maio de 1982, atendendo ao apelo da comunidade local, o deputado Oscar Ribeiro viu coroada de êxito uma de suas lutas na Assembléia Legislativa: a sanção da Lei nº. 4.455, pelo Governador do Estado, Frederico de Campos, elevando o Projeto de Colonização Juruena à categoria de Distrito, com território jurisdicionado ao município de Aripuanã.
Nas eleições de 1985, o então Distrito de Juruena teve ativa participação política no município de Aripuanã, elegendo o vice-prefeito, Sr. Mário Rodrigues, que inclusive, assumiu a prefeitura por duas oportunidades, devido a processos administrativos aos quais o titular, Sr. Almiro Pertensen Willing, respondia.
Finalmente, em 04 de Julho de 1988, a Lei nº. 5313, (que, em seu Artigo 1º - Fica Criado o município de Juruena, desmembrado do de Aripuanã) de autoria do deputado Hilton Campos, com uma área de  12.305 km².
A denominação “Juruena” advém do topônimo, rio Juruena, que divisa o município e vence importantes quedas e cachoeiras; a palavra Juruena, advém da língua Tupi-Guarani, que significa “águas turbulentas”.
Em 15 de novembro de 1988, foi escolhido pelo povo o primeiro prefeito eleito do município, Sr. Apolinário Stühler e como o vice-prefeito Sr. Mário Kolling. Foram também eleitos nove vereadores: Senhores Duílio Crozeta, Fernandinho Borges da Silva, Francisco Backes, Jaime Duarte, Jacob Kniess, Orlando Lorenzetti, Manoel Roberto Teixeira, Valdomiro Boiko e Vivaldo Marcório (Presidente da Câmara de Vereadores).
Com a realização de um concurso municipal, no dia 02 de Julho de 1989, foi apresentada a Bandeira Oficial do Município de Juruena, juntamente com demais comemorações em homenagem à emancipação político-administrativa do município.


Desmembramento de Cotriguaçu

O município de Cotriguaçu surgiu de projeto de colonização instalado em abril de 1984, a proximidade de 56 km da atual sede do município de Juruena. Foi criada, posteriormente, uma agrovila com aproximadamente 250 habitantes e o núcleo urbano com 1250 habitantes, na mesma data em que se criava o Município de Juruena. Em 04 de Julho de 1988, o povoado foi elevado à categoria de Distrito, e em 19 de Dezembro de 1991, através da Lei Estadual nº. 5.912, foi criado o município de Juruena de 12.305 km² para 3.268,28 km². A divisa entre os municípios se dá nos córregos Tuiuiú e Mutum, próximo à Agrovila dos Pioneiros.


Dados Geográficos

O município de Juruena está localizado a uma latitude de 10°19’05’’ sul e uma longitude 58°21’32’’ oeste, está a Noroeste do Estado de Mato Grosso, a uma altitude média de 250 metros; limita-se a norte, com o município de Cotriguaçu; ao sul, com o município de Castanheira; a leste, com Nova Bandeirante e Juara; a oeste, com o município de Aripuanã.
O município é servido por duas rodovias não pavimentadas: a MT – 170 que liga Juruena a Juína / Cuiabá e a MT – 208, que liga ao município de Aripuanã e duas estradas intermunicipal que ligam Juruena a Juara / Sinop e Juruena a Cotriguaçu..
Neste início do século XXI, a comunicação se faz via telefone fixo, internet banda larga e rádio, ainda não é possível captar sinal de telefone celular.
Juruena possui uma topografia suave, ondulada em torno de 70% da superfície; as áreas totalmente planas são de aproximadamente 20%; as montanhosas, de 10%. O município conta com uma área de 3.368,28 km² que, segundo dados históricos de 1996, possuía apenas 15% da área desmatada.
A hidrografia do município é formada pelos rios: Juruena, Tucana, Canamã, Piranhas, além de diversos córregos e igarapés.
O clima do município é tropical, quente-úmido, com média de 24º, com máxima de aproximadamente 35º C e mínima de 15º C e precipitação pluviométrica de 2250 mm/ano, cm período chuvoso de outubro a abril e período seco de maio a setembro.
Segundo os dados do IBGE de 1996, a população era de 4.478, em 2000 era de 5.448 habitantes, sendo 70%  da população de cor branca descendente de alemães, italianos, poloneses, oriundos principalmente do Oeste dos Estados do Paraná, Santa Catarina e 30% era formada pelas cores morena e negra; atualmente a população segundo dados do IBGE de 2007, é de 8.542 habitantes.
A Base econômica do município está pautada no extrativismo vegetal, comércio, pecuária e agricultura, sendo o extrativismo a principal atividade econômica. Destacasse, também, a pecuária, com produção de gado de corte.



A Escola Estadual Dom Aquino Corrêa foi criada pelo decreto 1804 do Governo do Estado de Mato Grosso em 13 de Agosto de 1993 com publicação no Diário Oficial de mesma data. Suas atividades foram iniciadas, atendendo as séries iniciais bem como o 1º e 2º ano do ensino médio.
Uma vez que o 3º ano do ensino médio estava vinculado à Escola Cenecista, era oferecido apenas o 1º e o 2º na escola Dom Aquino, que oferecia o Curso de Contabilidade.
Em 1994, já com a efetiva implantação do ensino médio, a escola passou a oferecer desde as séries iniciais até o 3º ano do ensino médio ,onde os alunos podiam iniciar e concluir seus estudo neste mesmo estabelecimento.
No decorrer da efetiva implantação do Ensino Médio,o mesmo passou por várias reformulações, onde em 1995, foi implantado um projeto paralelo, o PAEM (Projeto de Apoio ao Ensino Médio) , tendo como  o 1º professor , o senhor Luiz Maekawa, na área de Matemática.
Sendo este projeto, um trabalho através do ensino modular, a SEDUC contratou professores formados   em  áreas específicas. Cada módulo tinha duração de 3  meses e incluía 4 disciplinas , tal projeto teve duração de 3 anos, pois uma vez que era muito oneroso, o Governo viu que era inviável a implantação do mesmo nas escolas de Mato Grosso, pela SEDUC, sendo assim, sua seqüência foi interrompida e a escola deu prosseguimento ao  Ensino Médio.
Em 1988, conforme determinação da Secretaria de Educação de Mato Grosso, normatizada pela portaria 032/98/SEDUC/MT, a escola adota o sistema denominado Ciclo Básico de Aprendizagem para as duas séries iniciais do Ensino Fundamental.
As demais séries (3ª e 4ª séries), só foram cicladas , a partir do ano de 2004. No ano de 2007 a escola fechou o 2º ciclo (3ª fase do 2º ciclo).
Em 2006, foi implantado o Projeto Beija-Flor, no período noturno que atendeu as séries finais do Ensino Fundamental, tendo como 2º segmento o 1º e 2º ano, que inclui as seguintes séries, 5ª e 6ª  séries, as quais correspondem ao 1º ano ,  7ª e 8ª ao 2º ano do 2º segmento. Inclui-se também neste projeto o 1º e 2º Ano do Ensino Médio, no qual o aluno poderá concluir seus estudos em 4 anos
O mesmo é oferecido aos alunos em três períodos, com carga horária de 04 horas diárias, em regime regular anual de 200 dias letivos e 800 horas anual, conforme rege a LDB 9394/96.
Instalada na Rua 07 de Maio, nº42 – Centro – em 1993, em um prédio cedido pelo município, a E E D A C, possuía apenas 4 salas de aula, 2 banheiros e 1 secretaria. Devido  a um grande salto populacional, fez-se necessário a criação urgente da mesma, uma vez que o munícipio contava com apenas uma escola, onde os alunos tinham que pagar uma mensalidade, já que a mesma não tinha vínculos nem com o Estado , nem com o Município e muitos não tinham como arcar com tais despesas.
Neste espaço, ela funcionou por apenas um ano e depois transferiu-se para um prédio maior, situado a rua Goiás cedido pelo prefeito municipal, atendendo a demanda, neste espaço funcionou por dois anos consecutivos.
No ano de 1996 houve uma permuta de prédios, pois a rede pública municipal de ensino estava sem recursos para arcar com a manutenção da mesma, optou-se então em ceder o prédio atual, para que o Estado assumisse uma parcela maior de alunos, sendo que o mesmo tinha pouca participação na área educacional do município.
Sendo assim, a partir dessa data a Escola Estadual Dom Aquino Corrêa, instalou-se novamente a Rua 7 de Maio, nº 42 onde funciona até hoje.
A mesma possui 14 salas de aula bem arejadas, 2 banheiros, sendo um masculino e um feminino, 1 sala de secretaria, 1 sala de coordenação, uma cozinha, 1 sala de professores, pátio descoberto, uma sala onde funciona a biblioteca e sala de vídeo, uma quadra coberta e um refeitório.
No ano de 2003 a escola aparentava certa decadência, pois seu piso e pintura estavam deteriorados, necessitando de reformas urgentes, o que só aconteceu no segundo semestre do mesmo ano, quando foi assinado um convênio entre Prefeitura Municipal e SEDUC, no valor de R$ 55 000,00. Esse recurso, foi aplicado na reforma do piso e na pintura do prédio, melhorando com isso seu aspecto e atraindo mais alunos para a mesma.
Em Janeiro de 2006, a escola foi acometida por um incêndio criminoso o qual destruiu toda uma ala onde havia 4 salas de aula, uma biblioteca com ótimo acervo bibliográfico, uma secretaria totalmente equipada, bem como toda documentação de alunos e documentos diversos, destruindo assim 14 anos de história da escola.
Por este incidente ter acontecido no início do ano letivo, a direção da escola, viu-se obrigada a organizar um mutirão de professores para refazer as matrículas que já haviam sido efetuadas, evitando com isso o atraso no inicio do ano letivo.
A direção organizou também uma campanha para que alunos e ex -alunos estivessem contribuindo com a recuperação da documentação, para que pudesse com isso organizar a vida escolar dos mesmos, trazendo boletins, segunda via, tanto de documentos pessoais, quanto de históricos escolares.
Para que o ano letivo iniciasse normalmente, a SMEC cedeu 4 salas de aula, instaladas no ginásio de esportes, onde funcionou as seguintes séries: 7ª, 8ª do Ensino fundamental e 1º A/EM no período matutino, e 4 turmas do EM no período vespertino.
No período NOTURNO funcionou 2º A/EM e 7ª série do Ensino Fundamental.
O que causou um certo transtorno pois os professores deviam se deslocar de um prédio para outro.
A reforma iniciou-se em março e concluiu-se no final de Julho, foram meses de muitas dificuldades e atropelos.


Recursos didáticos
Os recursos didáticos disponíveis na escola são os livros distribuídos pelo PNLD, Biblioteca na Escola, Leitura em Minha Casa, Acervo bibliográfico de literatura e juvenil adquiridos com recursos de programas desenvolvidos pela escola, acervos de livros paradidáticos, Cdteca, mimiógrafo, caixa acústica com microfones, aparelho de cd e dvd, televisor, globo terrestre, laboratório de informática com acesso a internet, data show, impressoras a laser e  jato de tinta, scanner, mapas geopolíticos e históricos, lousa e materiais poliesportivos.
Os equipamentos de propriedade em uso da escola são: computadores, impressoras, freezers, geladeira, fogão industrial, liquidificador, bebedouros, motor de alta pressão (lavador)  extratores de suco, fax, encadernadora, guilhotina, ar-condicionado e telefone.
A escola atende em média 1100 alunos e tem uma demanda crescente durante o ano, devido ao fluxo migratório que existe no município.
Foi aprovado um projeto, para a construção de duas salas de aula e de um refeitório visando a melhoria do atendimento aos alunos.
Quadro humano
O quadro administrativo de recursos humanos da escola é composto conforme portaria expedida anualmente pela SEDUC, baseada no número de matrículas para cada ano letivo. Os profissionais que atuam na escola são os docentes e não-docentes, nomeados através de concurso público ou contratados temporários.
                               

CONCEPÇÕES PEDAGÓGICAS

Função Social da Escola

Promover, ao aluno, acesso ao conhecimento sistematizado e, a partir deste, a produção de novos conhecimentos. Preocupar-se com a formação de um homem consciente e participativo na sociedade em que está inserido.

O Trabalho Pedagógico

Para refletir sobre a função social da escola O grupo conclui que é necessário um repensar a organização político-pedagógica que permita:

·         Trabalhar valores culturais, morais e físicos;
·         Integrar elementos da vida social aos conteúdos trabalhados;
·         Compreender este aluno como um cidadão que deve ser um agente transformador da sociedade, além de crítico, responsável e participante.

A escola deve ser crítica, reflexiva e possibilitar a toda a comunidade um projeto político pedagógico consolidado pela colaboração mútua e o exercício da construção coletiva desencadeando experiências inovadoras que estão acontecendo na escola.
A comunidade escolar repensa constantemente o seu papel pedagógico e sua função social, para tanto, se faz necessário refletir sobre a escola que temos, se voltada para os interesses políticos e internacionais, se discriminadora e produtora de mecanismos de controle que impede que os nossos alunos consigam enfrentar em condições de igualdade ou como melhor enfrentar os desafios do mundo contemporâneo.
Para que a escola cumpra a sua função social será necessário:
• Integração e participação da comunidade escolar;
• Os segmentos da escola devem estar plenamente voltados à completa valorização do educando;
• Cursos de formação e qualificação dos profissionais da educação;
• Criação e reorganização do espaço físico;
• Material didático e outros que facilitem o trabalho do professor;
• Número de alunos em sala de aula condizente com a metragem do ambiente;
• Recursos humanos, pedagógicos e financeiros;
• Manter boas regras de convivência em grupo;
• Melhor qualificação profissional;
• Melhoria na condição salarial dos profissionais da educação;
• Política que estabeleça professores efetivos;
• Restabelecimento da motivação e credibilidade dos professores.

CONCEPÇÃO DE MUNDO

O mundo é o local onde ocorrem as interações homem-homem e homem-meio social caracterizadas pelas diversas culturas e pelo conhecimento. Devido a rapidez do processo de assimilação das informações e pela globalização torna-se necessário proporcionar ao homem o alcance dos objetivos materiais, políticos, culturais e espirituais para que sejam superadas as injustiças, diferenças, distinções e divisões na tentativa de se formar o ser humano que se imagina. Isto será possível se a escola for um espaço que contribua para a efetiva mudança social.

CONCEPÇÃO DE SOCIEDADE

Somos uma sociedade capitalista, competitiva baseada nas ações e resultados, por isso precisamos construir uma sociedade libertadora, crítica, reflexiva, igualitária, democrática e integradora, fruto das relações entre as pessoas, caracterizadas pela interação de diversas culturas em que cada cidadão constrói a sua existência e a do coletivo.

CONCEPÇÃO DE HOMEM

O homem, na atualidade, é um ser competitivo e individualista, resultado das relações impostas pelo modelo de sociedade em vigor. No entanto, a luta deve ser por um homem social, voltado para o seu bem próprio mas, acima de tudo, para o bem estar do grupo do qual faz parte. O homem, que modifica a si mesmo pela apropriação dos conhecimentos, modifica também a sociedade por meio do movimento dialético “do social para o individual para o social”. Destarte, torna-se sujeito da história.

CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO

O processo educacional deve contemplar um tipo de ensino e aprendizagem que ultrapasse a mera reprodução de saberes “cristalizado” e desemboque em um processo de produção e de apropriação de conhecimento, possibilitando, assim, que o cidadão torne-se crítico e que exerça a sua cidadania, refletindo sobre as questões sociais e buscando alternativas de superação da realidade.



A Escola Estadual Dom Aquino Corrêa oferece as seguintes etapas de ensino da educação básica:

Ensino Fundamental Organizado em Ciclos de Formação Humana:
1º Ciclo – Dividido em 1ª, 2ª e 3ª fase;
2º Ciclo – Dividido em 1ª, 2ª e 3ª fase;
3º Ciclo – Dividido em 1ª, 2ª e 3ª fase;
Como a escola adotou a implementação dos ciclos de forma progressiva, o terceiro ciclo ainda não foi consolidado, sendo que a 3ª fase será implantada em 2011, sendo assim, a 3ª fase do segundo ciclo ainda permanece sendo 8ª série.

Educação de Jovens e Adultos – EJA

Para o Primeiro Segmento:
1º Segmento – 1ª Fase
1º Segmento – 2ª Fase
1º Segmento – 3ª Fase

2º Segmento – 1ª Fase
2º Segmento – 2ª Fase
2º Segmento – 3ª Fase

Para o Ensino Médio EJA:
1ª Fase
2ª Fase
3ª Fase

Ensino Médio no sistema anual, sendo assim organizado:
1º Ano do Ensino Médio
2º Ano do Ensino Médio
3º Ano do Ensino Médio



Para planejar, considerando as reflexões anteriores neste documento, o educador deve mudar sua postura enquanto “homem” e “professor”. Primeiramente é preciso mudar a si próprio para, então, pensar em mudar os outros.
Planejar significa, a partir da realidade do aluno, pensar as ações pedagógicas possíveis de serem realizadas no intuito de possibilitar a produção e internalização de conhecimentos por parte do educando. Além disso, o planejamento deve contemplar a possibilidade de um movimento de ação-reflexão-ação na busca constante de um processo de ensino-aprendizagem produtivo.
Portanto, não cabe mais uma mera lista de conteúdos. Deve-se dar ênfase as atividades pedagógicas; o conteúdo em sala de aula será resultado da discussão e da necessidade manifestada a partir do conhecimento que se tem do próprio aluno. Logo, de posse de alguns dados referentes ao conhecimento internalizado pelo educando, passa-se a reflexão e discussão sobre os conhecimentos historicamente sistematizados. Essa forma permite que professor e aluno avancem em seus conhecimentos e se constituam como sujeitos reflexivos.
A escola deve elaborar, por área do conhecimento subdividindo em diciplinas para o ciclo de formação humana e somente por disciplina para o Ensino Médio, aqueles conteúdos mínimos pertinentes a cada Ciclo do Ensino Fundamental ou ano do Ensino Médio.

Objetivos do Planejamento:
Conhecer o aluno, observar e categorizar as suas necessidades e a partir desta constatação, pensar em um planejamento concreto que faça a relação das vivências para o conhecimento científico.

Atividades de planejamento:
Estabelecer períodos para observar o “conhecimento prévio do aluno” (2 semanas, após o inicio do ano letivo) - Período de sondagem
Reunião por área: Aproximar as disciplinas curriculares, professores, equipe pedagógica, construindo propostas interdisciplinares em diferentes níveis;
Organizar projetos pedagógicos que envolvam todos os segmentos da escola, com a participação da comunidade.



O acesso ao conhecimento e um benefício social e que toda criança, jovem e adulto tem direito e é a razão de ser da própria Escola. Quando esta simplesmente classifica e separam os que consideram mais capazes de prosseguir os estudos nas séries subseqüentes, acaba personalizando, justamente os que mais precisam dela – os alunos pertencentes às classes sociais mais desfavorecidas e mais distantes da cultura escolar.
No contexto desta Unidade de Ensino os educadores concebem avaliação como, um instrumento para ajudar o aluno a aprender e fazer parte integrante do trabalho realizado em sala de aula. A partir dela, o professor pode rever os procedimentos que vem utilizando e planejar sua metodologia de trabalho. Para o aluno, ela permite perceber os avanços e dificuldades. Tem, assim, uma função permanente de diagnostico e acompanhamento do processo ensino – aprendizagem.
Ao tentar compreender o que cada aluno produziu, e a solução que apresentam, o educador pode orientar melhor o educando, e transformar as eventuais dificuldades de percurso em situações de aprendizagem.
Quando se acompanha verdadeiramente o caminho trilhando pelos alunos, percebe-se que não há parâmetros comparativos para Experiências tão ricas e singulares. Os trajetos percorridos por cada um obedecem a ritmos e interesses diversos. Aprendem-se coisas inusitadas, a cada passa, pessoa há seu tempo, embora vivendo no mesmo tempo das demais.
Quando se controla para julgar, basta andar ao lado de alguém, observando, registrando, coletando provas do caminho que trilhou: tabelas, contagem, fichas servem para dizer se o aluno conseguiu ou não ao final, seguindo os padrões preestabelecidos.
Quando se acompanha para ajudar no projeto. É necessário percorrê-lo junto, sentindo-lhe as dificuldades, apoiando, conversando, sugerindo rumos adequando a cada aluno. Então o compromisso de quem acompanha é muito maior. É preciso ter, sobretudo, clareza de que, embora trilhando trajetórias distintas, deverão seguir em termos de sua aprendizagem e desenvolvimento. Nesse sentido, o professor também precisará ampliar a natureza dos seus registros avaliativos, como se tivesse muita fofo de cada aluno, em diferentes momentos, diferentes experiências educativas, dos passos que deu até certo ponto, dos obstáculos que venceu, das soluções que encontrou para ir adiante. Em primeiro lugar, para conhecer e respeitar indivíduos e grupo da sua maneira de aprender e conviver, ajudando-os a prosseguir de acordo com o ritmo e os seus interesses. Em segundo lugar, para poder planejar os próximos passos, ajustando o roteiro, refletindo sobre os melhores caminhos para o “conhecimento”.
Para assumir esse processo constante de avaliação, para inseri-lo em sua rotina, o educador observa cuidadosamente cada um e todos os alunos no processo de aprendizagem, registrando suas observações e, sobretudo, interagindo com os alunos; é imprescindível partilhar com os educando a analise de suas produções, para reconhecer seus avanços e suas dificuldades, desenvolvendo neles a consciências dos progressos feitos em relação a situação anteriores. Isso os ajuda desenvolver a autonomia, tornar-se sujeitos de seu processo de aprendizagem e melhorar suas competências.
O professor deve ajudar os alunos refletir sobre sua a maneira, como estão realizando as tarefas e como podem melhorar suas competências num determinado tipo de aprendizagem. A auto-avaliação deve colocar o aluno na condição de olhar criticamente. Não só o resultado de seu trabalho, mas também identificar o que aconteceu no caminho percorrido.
Um outro procedimento que pode enriquecer a percepção de si próprio é levar o aluno à “ver” seu trabalho pelo olhar de outro. Os alunos de uma classe não são iguais essa diversidade e fundamental para interação sobre o trabalho dos colegas, indicando aquilo do que mais gostou, o que não ficou claro, opinando sobre formas com o trabalho poderia ser melhorado, etc.
E importante, ainda considerar as condições em que as atividades foram feitas:
- Em que momento;
- Como que organização da classe;
- Em que tempo;
- Materiais utilizados;
- O que facilitou;
- O que dificultou.

Essas condições interferem nos resultados obtidos. A avaliação acontece intimamente vinculada às atividades do dia-dia da sala de aula, possibilitando a reflexão contínua sobre o processo de aprendizagem. No entanto, é necessário haver também momentos específicos, previstos no calendário escolares, para fazer um balanço geral do trabalho, uma síntese do desempenho dos alunos, da classe e do professor, ao longo de certo período. Essas “paradas” permitem uma visão de conjunto de que cada um, a classe e o professor conseguiram desenvolver nesse período, sempre tendo em mente os objetivos que se quer alcançar.
Para a elaboração dessas sínteses, os registros são valiosos as produções individuais dos alunos, as das classes e as anotações feitas pelo professor.
A análise do conjunto do que foi produzido, conquistando, assim como dos pontos críticos identificados, nortear o planejamento do professor para o próximo bimestre. E será o conjunto das varias sínteses que embasara a tomada de decisão quanto a promoção dos alunos para a série subseqüente do ensino.
Nessa abordagem, pois, à avaliação é concebida e usada a favor da aprendizagem do aluno, como instrumento auxiliar do trabalho do professor, processando-se continuamente com a função de diagnostico e acompanhamento.

AVALIAÇÃO DIAGNOSTICA
A avaliação é sempre diagnostica. Mesmo quando seu objetivo é tomar decisão sobre a promoção do aluno para outra série, o professor esta fazendo avaliação diagnostica, ou seja, apreciando suas reais possibilidades de enfrentar ou não as exigências dos estudos subseqüentes, dando informações que ajudam os professores que irão receber esse aluno.
A avaliação diagnostica deve estar sempre norteada pela proposta pedagógica, tanto no que se refere à concepção e eixos centrais das áreas do conhecimento, quanto a ponto de chegada, pois, faz parte do trabalho como um todo. Sabendo aonde que chegar, e como o professor pode fazer uma avaliação diagnóstica que não o leve a classificar os alunos, mais, sim indique caminhos para o trabalho. O diagnóstico possibilita o mapeamento da classe e da pista para o planejamento.
Através da observação continua dos alunos, ao longo de todas as atividades que forem desenvolvidas nas diversas do ensino, logo será possível notar os alunos mais rápidos, lentos, agitados ou tímidos, os que parecem desinteressados, o que tem atitudes agressivas, os que estão sempre pronto a ajudar. É importante observar e registrar esses lados, sem, no entanto considerá-los conclusivo, para não correr o risco de rotular ou classificar os alunos.

AVALIAÇÃO EM PROCESSO
Tudo o que se deve ser aprendido, deve ser explicado, expresso, desenvolvido. Tradicionalmente, a escola costuma transmitir conteúdo e avaliar á aquisição de habilidades. Ora, não se pode esperar, por exemplo, que o aluno aprenda a observar e comparar, se essas habilidades não for expressamente proposta e desenvolvida.

O TRABALHO DO PROFESSOR
O professor precisará recorrer as suas observações e registros pessoais, materiais dos alunos (pasta, cadernos), pois serão esses os indicadores do progresso, considerando que, uma mesma atividade esta vinculada a vários objetivos, assim como um determinado objetivo permeia varias atividades, na tentativa de garantir que uma mesma informação se faça presente em vários momentos e diferentes contextos.

REGISTRO
Por que observações guardadas somente na memória tendem a serem esquecida. Depois de algum tempo podem restar apenas observações pitorescas e folclóricas que, pouco contribui para a reflexão da prática e para a toma de decisões.
Cria-se, através do registro, a possibilidade de analisar e interpretar o processo e as produções grupais e individuais. É um instrumento que organiza os fatos observados, propicia ao observador sair de si mesmo para olhar à realidade do acontecido, discuti-la, repensas-lha sob a forma de proposta, de encaminhamento e intervenções que permitam ao grupo e ao individuo crescerem e construírem novos patamares de conhecimento.

FUNÇÕES DO REGISTRO
Organizar o conhecimento sistematizando os conteúdos trabalhados em cada área do conhecimento, num determinado período de tempo.
Avaliar o processo educativo em relação ao aluno, ao grupo classe e ao professor.

O QUE REGISTRAR
Não é preciso registrar tudo o que o aluno faz, mas as indicações, os sinais que cada um de seu projeto, de aproximação ao ponto de chega de cada componente curricular, ou seja, os marcos e salvos da aprendizagem. Contemplar também conceitos, habilidades e competências construídas em cada atividades, tema, unidade temática, projeto. O professor tem liberdade para registrar outros aspectos que considerar importante.
São necessários que sejam considerados registros:
- Do aluno (produções feitas nas diferentes disciplinas)
- Do grupo-classe (produções coletivas, avaliações coletivas);
- Do professor (observações sobre o aluno, intervenções proposta e realizada).

REGISTRO DO PROFESSOR
O registro do professor deverá abranger: o acompanhamento do processo de cada aluno, do grupo-classe e do seu próprio trabalho.
Em relação ao aluno, são importantes os seguintes dados:
    • Avanços e dificuldades quanto aos conteúdos trabalhados;
    • Envolvimento na execução das atividades;
    • Movimento do aluno em relação ao grupo-classe; contribuições que lhe dá ao grupo;
    • E a que recebe; a interação com os colegas; freqüências às aulas;
    • O que ele consegue produzir sozinho, e o que consegue produzir com ajuda;
    • O que ainda não aprendeu, que habilidade que ainda não domina possíveis causas das dificuldades e proposta de intervenção.



Os textos que seguem, foram produzidos pelos professores da escola, juntamente com a equipe de Gestão Escolar, na Formação continuada ocorrida no ano de 2010.

AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM NO
1º CICLO E ATÉ A 2ª FASE DO 2º CICLO

A avaliação nas fases iniciais do Ensino Fundamental, 1ª, 2ª e 3ª Fases do 1º Ciclo e da 1ª e 2ª Fase do 2º Ciclo da Escola Estadual “Dom Aquino Corrêa” será realizada levando-se em conta que avaliar não é uma tarefa simples e rápida, ela exige reflexão, discernimento, ponderação, estudo, preparação e programação. Dessa forma serão utilizados os seguintes critérios para coleta de dados relevantes ao processo educativo:
·          Provas objetivas e dissertativas;
·          Provas com consulta e sem consulta;
·          Trabalhos individuais e em grupo;
·          Relatos orais e escritos e fichas auto-avaliativas;
·          Construção e Análise de Portfólios elaborados pelos alunos.
Os dados coletados através desses instrumentos avaliativos servirão de base para elaboração dos relatórios individuais que serão realizados semestralmente.
Para atingir os objetivos propostos o professor fará uso do caderno de campo para registrar o processo de construção do conhecimento do aluno, planejar e acompanhar as atividades desenvolvidas e analisar os avanços e dificuldades dos mesmos. Como sabemos a observação cuidadosa e os registros evitam conclusões apressadas, julgamentos precipitados e interpretações preconceituosas, pois a observação é uma aliada fundamental da avaliação.

INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO PARA ÁREA DE  MATEMÁTICA E SUAS TECNOLOGIAS PARA O ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

Na área de Matemática e suas Tecnologias define-se os critérios avaliativos das seguintes maneiras:

·         Avaliações escritas, sendo 2 avaliações durante o bimestre.
·         Trabalhos individuais e coletivos;
·         Pesquisas;
·         Relatórios;
·         Construção de Maquetes;
·         Participação, está sendo avaliada apenas nas turmas acima da 3ª fase do segundo ciclo utilizando os seguintes critérios para este item:
o   Entrega de trabalho em data correta;
o   Cumprir as atividades em sala de aula;
o  Resolução de atividades extra classe.                                                            

INSTRUMENTOS E CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA A ÁREA DE CIÊNCIAS NATURAIS E SUAS TECNOLOGIAS PARA O ENSINO FUNDAMENTAL E ENSINO MÉDIO

A avaliação escrita e contextualizada tem como objetivo preparar o aluno não só para o mercado de trabalho, mas para seu ingresso na universidade e para a vida. Pensando nisso optamos por definir esse tipo de avaliação com percentual de 60% da nota.
            Diante de tamanho avanço tecnológico, e da velocidade em que o conhecimento avança, faz-se necessário o uso dessas tecnologias e de novos instrumentos avaliativos, giz e apagador não bastam mais, é preciso inovar. Sendo assim, os demais instrumentos avaliativos terão o percentual de 40% da nota, descritos abaixo:
¡  Caderno de campo;
¡  Auto avaliação professor/aluno;
¡  Mapa conceitual;
¡  Portifólio;
¡  Projetos;
¡  Observação;
¡  Entrevistas;
¡  Discussão coletiva;
¡  Relatório aula prática/ visita;
¡  Montagem de maquetes;
¡  Produção textual.
A avaliação escrita contextualizada, dissertativa e objetiva, será uma constante. Sendo que os demais instrumentos avaliativos descritos acima, serão uma ferramenta escolhido pelo professor de acordo com o conteúdo, os alunos e o meio em que os mesmos estão inseridos. Com base nessas informações caberá ao professor definir quais serão os instrumentos avaliativos a serem usados naquele momento com determinado conteúdo.


INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO PARA A ÁREA DE CIÊNCIAS HUMANAS PARA O ENSINO FUNDAMENTAL E ENSINO MÉDIO

A avaliação representa importante fonte de informação para formulação de práticas pedagógicas.
Dimensões associadas às ações avaliativas:
·        Dimensão técnica ou burocrática- classificatória
·        Dimensão formativa continuada – diagnóstica
Avaliação diagnóstica e monitoramento:
·        Possui função reguladora e orientadora do processo de aprendizagem.
      A avaliação deve ser compreendida como um todo na educação deve alcançar a instituição e não somente o professor, sendo feita coletivamente; direção, coordenação, professores e alunos.
Proposta de avaliação na área de ciências humanas e sociais:
      A avaliação será contínua, não se prendendo a um único requisito, o aluno será avaliado pelos seguintes instrumentos avaliativos:
·        Verificações de aprendizagem com ou sem pesquisa (prova contextualizada); Este instrumento de avaliação comporá substancialmente o valor final da nota do aluno.
·        Participação e o interesse nas atividades desenvolvidas;( ficha)
·        Trabalhos em grupo e individual;
·        Seminários
·        Elaboração de textos;
·        Relatórios
·        Sínteses de conteúdos;
·        Construção de maquetes;
·        Análise de imagem áudio visual;
·        Caderno de campo
·        Portifólio
·        Entrevista(avaliação oral)
INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO PARA A AREA DE LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS PARA O  ENSINO FUNDAMENTAL E ENSINO MÉDIO

Devido a diversidade de objetivos contemplados pelas várias disciplinas que abrangem a área em questão, foi necessário especificar alguns instrumentos avaliativos, sem, no entanto, perde o foco integrador, pois há vários pontos de convergência entre as disciplinas desta área. Contudo - após uma discussão acurada entre os professores da área – ouve a necessidade de certa diferenciação nos critérios utilizados, cremos ser profícua a decisão do grupo.

INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO PARA A DISCIPLINA DE ARTES PARA O ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO


A composição e os critérios da avaliação na disciplina de Artes serão os seguintes:

Ensino Fundamental
. Grau de conhecimento e compreensão


dos conteúdos programáticos;
Prova Descritiva
40%
. Aplicação de Conhecimentos - Intervenção
e Dissertativa

nas atividades desenvolvidas.


. Metodologia de Aplicação do conteúdo


. Capacidades Coordenativas


. Participação e Interesse do Conteúdo


Aplicado
Fichas Avaliativas

.Capricho em Execução de Atividades

60%
Propostas


. Uso Correto do Material didático exigidos


. Cumprimento de Normas e Tarefas


aplicados








Ensino Médio
. Grau de conhecimento e compreensão


dos conteúdos programáticos;
Prova Descritiva
60%
. Aplicação de Conhecimentos - Intervenção
e Dissertativa

nas atividades desenvolvidas.


. Metodologia de Aplicação do conteúdo


. Capacidades Coordenativas


. Participação e Interesse do Conteúdo


Aplicado
Fichas Avaliativas

.Capricho em Execução de Atividades

40%
Propostas


. Uso Correto do Material didático exigidos


. Cumprimento de Normas e Tarefas


aplicados






INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO PARA A DISCIPLINA DE EDUCAÇÃO FÍSICA PARA O ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO


A composição e os critérios da avaliação na disciplina de Educação Física serão os seguintes:

COMPONENTE A AVALIAR
Instrumento Av.
%
(AFD) ÁREA DAS ACT. FÍSICAS DESPORTIVAS E APTIDÃO FÍSICA
- Modalidade Desportivas constantes da “Composição Curricular”
- Capacidades Coordenativas e condicionais.
- Observações/Registro:
  - Situações de Jogo;
  - Exercícios critério;
- Provas de Aptidão Física





60%
(C) ÁREA DOS CONHECIMENTOS
- Grau de conhecimento e compreensão dos conteúdos programáticos;
- Aplicação de conhecimentos – intervenção nas atividades desenvolvidas.
- Fichas Somativas.
- Observação/Registro.




15%
(AV) ATITUDES E VALORES (EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA)
- Participação / Comportamento
- Cumprimento de Normas
- Observação Direta;
- Registro de Ocorrências


25%
INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO PARA A DISCIPLINA DE LÍNGUA INGLESA PARA O ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

A avaliação será realizada na forma de avaliações escritas com questões objetivas e dissertativas, bem como, através de trabalhos extra-classe, apresentações de seminários, trabalhos realizados em sala de aula e pesquisas sobre assuntos relevantes a matéria.

INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO PARA A DISCIPLINA DE LÍNGUA ESPANHOLA PARA O ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO
O papel da língua estrangeira moderna deve ser o de proporcionar ao aluno a familiarização com línguas e culturas estrangeiras, através de uma reflexão crítica sobre a cultura e pontos de vista diferentes.
Assim, o trabalho com a língua estrangeira moderna, especificamente a Língua Espanhola, será baseado em estudos de gêneros textuais, tais como:
§     Escuta e compreensão de textos auditivos.
§     Leitura de textos verbais e orais.
§     Produção de diversos gêneros textuais.
§     Identificar e respeitar a cultura vigente nos países de língua espanhola.
O trabalho com os gêneros textuais visa a aproximação do aluno com um universo mais real do país que se fala o espanhol como língua materna, fazendo assim com que o aluno se sinta mais motivado a aprender e compreender a língua espanhola, respeitando as diferenças surgidas com a língua portuguesa.
A avaliação adotada pela disciplina de Língua estrangeira moderna, Língua Espanhola em especial, terá como base avaliativa a avaliação escrita, produção de textos e comunicação oral.
Será assim definida a nota do educando:
·     Avaliação escrita com peso de 70% da nota;
·     Produção textual, compreensão e leituras orais, atividades diversas sobre cultura terão um peso de 30%.
Ao final teremos a nota somada da seguinte forma: 70% + 30%= NOTA FINAL


INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO PARA A DISCIPLINA DE LÍNGUA PORTUGUESA PARA O ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO


Ensino Fundamental


§ Leitura e produção de gêneros textuais

Segundo Marcuschi, o trabalho com gêneros textuais em sala de aula propicia ao aluno um contato mais eficaz e mais adequado com a ação lingüística diária. O trabalho com texto é importante para que o aluno perceba a importância de se criar uma forma de comunicação eficiente de acordo com o meio sócio comunicativo em que o mesmo se interage.
Assim, a Língua Portuguesa utilizará da leitura e produção de gêneros textuais a fim de propiciar ao educando formas diferenciadas de comunicação.

§ Avaliação escrita com gramática focada nos gêneros textuais


Sabemos que a análise lingüística baseadas em frases ou trecho desconexos com a realidade comunicativa do aluno, não traz compreensão e nem uso correto da linguagem. Trabalhando com a língua materna dessa forma teremos como resultado o inverso: alunos que não compreendem o que fazem e nem sabem utilizar a língua no momento adequado com a situação.
Dessa forma, a língua materna será trabalhada nas aulas de língua portuguesa de acordo com o gênero textual estudado, a fim de fazer com que o aluno compreenda melhor a utilização de termos lingüísticos em textos e perceber que esses mesmos termos são importantes para a construção da coerência e coesão textual.


Ensino Médio


Avaliar não consiste em um processo simples, mas trata-se de uma ação complexa que se transforma na mesma velocidade em que a humanidade evolui.
Em se tratando do processo avaliativo nas escolas, há uma grande quantidade de correntes, pensadores, educadores que defendem seus respectivos pontos de vista, porém, é importante refletir sobre o fato de que a educação, ou seja, o sistema de ensino de uma determinada nação é diretamente ligado ao seu sistema político e econômico vigente e, obviamente, de sua própria cultura. Assim, não seguiremos nesse trabalho nenhuma correte pedagógica ou educador como Freire, Piaget, Vigotsky, mas adotaremos uma visão embasada no desenvolvimento educacional no tripé: política, economia e cultura.
O Brasil, apesar de seu 500 anos, ainda é um país jovem que historicamente negligenciou a educação. Facilmente explicável, pois ao ser colônia de Portugal os monarcas absolutistas não tinham interesse em ter uma nação mais esclarecida, uma vez que isso poderia ser prejudicial para a manutenção de seu poder. Mesmo após a Independência e mais tarde a Proclamação da República, o Brasil sempre esteve longe dos ideais iluministas de Igualdade, Fraternidade e Liberdade.  Afinal, a democracia de fato tanto sonhada que surgiu na Grécia é dificilmente se concretizar.
Assim, em pleno século XXI, os índices da educação nacional são bem inferiores ao de nações mais desenvolvidas. O sistema educacional sempre serviu para a elite dominante. No início, as escolas eram para os mais nobres, em seguida, como forma de doutrinar os estudantes o que aconteceu na Escola Tradicional que coincide com os governos autoritários dos regimes militares.
Com o enfraquecimento do período militar, a escola que adotara um processo tecnicista que tinha o objetivo de preparar pessoas para o trabalho passou por um processo de transformação e de grande ebulição de correntes pedagógicas, um verdadeiro conflito de ideias sobre como a Escola deve atuar na sociedade.
Em meio a essa tormenta, todo o país se redemocratizou no campo político e avançou economicamente no caminho das grandes potências econômicas mundiais. Assim houve um aumento do acesso à educação em ritmo acelerado sem a devida preparação para os novos ‘docentes’ de como proceder neste mundo em que as informações percorrem os quatro cantos da Terra em segundos. Por isso, é facilmente encontrado nas Escolas professores com diversas opiniões de como trabalhar. Isso é positivo sobre o ponto de vista da democracia, mas há de se tomar cuidado para que não se cometa erros do passado.
Como a Escola sempre refletiu a própria sociedade durante séculos, ela foi utilizada pela classe dominante como forma de se manter no poder. Assim, o processo avaliativo sempre foi autoritário. A figura do professor como detentor da verdade foi amplamente utilizado. As avaliações acabaram tendo caráter punitivo e os que não atingissem as metas eram taxados de “burros”, ou seja, discriminados. Em contrapartida a essa visão, surge uma corrente que privilegia o conhecimento do aluno e busca vê-lo como um todo.
Percebe-se nas escolas que esse conflito de ideais é grande entre os atuais profissionais da educação. Isso é tão acirrado que sobre a ótica de que isto é democracia, cada profissional atua da forma que acha ser a correta, porém, a educação de um país é proporcional à sua política e situação econômica e em particular no Brasil torna-se necessário criar cidadãos conscientes e não meras ‘robôs’.
O que tudo isso tem a ver com a avaliação na Escola Estadual Dom Aquino Corrêa em Juruena? O acesso a educação aumentou por aqui também e cada professor avalia de seu jeito. Adotar notas de conceito, nada mais ditador e antidemocrático do que condicionar nota ao comportamento do aluno. Na Escola também se deve ensinar princípios de moralidade, respeito e ética, mas assim só aumentamos a revolta dos adolescentes. Condicionar notas a tarefas realizadas o ‘famoso visto’ contribui para a perpetuação de corruptos, ‘faço algo em troca do que deseja’. Definitivamente, esses critérios adotados ainda hoje nas Escolas não convém com a realidade de que precisamos transformar nossos educandos em seres autônimos e críticos ativos na sociedade.
Portanto, num primeiro momento há a necessidade de se encontrar um processo avaliativo comum aos docentes e que realmente avalie se os alunos estão adquirindo as habilidades e competências que devem ter nas respectivas fases.
Critérios de avaliação de Língua Portuguesa para o Ensino Fundamental.


Porcentagem
Instrumentos avaliativos utilizados
80%
Avaliação escrita – prova contextualizada, gramática inserida no texto
20%
Produção Textual – conforme gênero textual desenvolvido





O currículo extrapola o “fazer” pedagógico abrangendo elementos como matriz curricular, disciplinas, conteúdos e conhecimento. É necessário resgatar os saberes que o aluno traz de seu cotidiano. Elencado o objeto do conhecimento, este não deve ser trabalhado de forma superficial e desvinculada da realidade. Está enraizada, em nossa ação pedagógica diária, uma metodologia tradicional que entende o conhecimento como um produto pronto para apenas ser repassado, considerando somente a interação unilateral entre professor e aluno. Todavia, é preciso que o objeto do conhecimento seja tratado por meio de um processo que considere a interação/mediação entre educador educando como uma via de “mão dupla” em que as relações de ensino-aprendizagem ocorram dialeticamente.


ENSINO FUNDAMENTAL


Objetivos:
·         Desenvolvimento da capacidade de aprender e de socializar o que aprendeu, tendo como meios básicos o domínio da leitura, da escrita e do cálculo;
·         Compreensão do ambiente natural e social dos sistemas políticos e da auto determinação dos povos, dos valores em que se fundamenta na sociedade, da tecnologia e das artes;
·         Desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, tendo em vista a aquisição de conhecimentos e habilidades de formação de atitudes e valores;
·         A formação da consciência critica e a aquisição de capacidade de organização para a transformação social;
·         O fortalecimento dos vínculos de família, dos laços, da solidariedade humana e da tolerância recíproca em que se assenta a vida social.

Artigo 35 da LDB 939496

MATRIZ CURRICULAR

Período Diurno
Ensino Fundamental
1º Ciclo
Ciclo de Formação Humana
1ª FASE
2ª FASE
3ª FASE
Área do Conhecimento
Componentes
Curriculares
CS
CHAN
CS
CHAN
CS
CHAN




Linguagem, Ciências Naturais e matemática, Ciências Humanas





Ciências












Educação Física












Educação Religiosa












Geografia












História












Línguas Estrangeira - Espanhol












Língua Estrangeira - Inglês












Matemática












Língua Portuguesa












Arte












Legendas:           CS – Carga Horária Semanal Coletiva ou Presencial
                             CHAN – Carga Horária Anual
Período Diurno
Ensino Fundamental
2º Ciclo
Ciclo de Formação Humana
1ª FASE
2ª FASE
Área do Conhecimento
Componentes
Curriculares
CS
CHAN
CS
CHAN




Linguagem, Ciências Naturais e matemática, Ciências Humanas





Ciências








Educação Física








Educação Religiosa








Geografia








História








Línguas Estrangeira - Espanhol








Língua Estrangeira - Inglês








Matemática








Língua Portuguesa








Arte








Legendas:           CS – Carga Horária Semanal Coletiva ou Presencial
                             CHAN – Carga Horária Anual

Período Diurno
Ensino Fundamental
2º Ciclo

Ciclo de Formação Humana
3ª FASE
Área do Conhecimento
Componentes
Curriculares
CS
CHAN


Linguagem
Educação Física
2
80
Língua Estrangeira – Inglês
2
80
Língua Portuguesa
4
160
Arte
1
40
Sub – Total Área:
9
360

Ciências Naturais e Matemática
Ciências
3
120
Matemática
4
160
Sub – Total Área:
7
280


Ciências Humanas
Educação Religiosa
1
40
Geografia
2
80
História
2
80
Sub – Total Área:
5
200


Totais Gerais
21
840
Legendas:           CS – Carga Horária Semanal Coletiva ou Presencial
                             CHAN – Carga Horária Anual



Período Diurno
Ensino Fundamental
3º Ciclo
Ciclo de Formação Humana
1ª FASE
2ª FASE
Área do Conhecimento
Componentes
Curriculares
CS
CHAN
CS
CHAN




Linguagem
Educação Física
2
80
2
80
Língua Estrangeira Moderna – Espanhol








Língua Estrangeira – Inglês
2
80
1
80
Língua Portuguesa
4
160
4
160
Arte
1
40
1
40
Sub – Total Área:
9
360
9
360

Ciências Naturais e Matemática
Ciências
3
120
3
120
Matemática
4
160
4
160
Sub – Total Área:
7
280
7
280


Ciências Humanas
Educação Religiosa
1
40
1
40
Geografia
2
80
2
80
História
3
120
3
120
Sub – Total Área:
6
240
6
240


Totais Gerais
22
880
22
880
Legendas:           CS – Carga Horária Semanal Coletiva ou Presencial
                             CHAN – Carga Horária Anual


Período Diurno
Ensino Fundamental
Sistema Seriado – 8ª Série

Educação de Jovens e Adultos
8ª Série
Área do Conhecimento
Componentes
Curriculares
CS
CHAN







Linguagem
Educação Física
2
80
Língua Estrangeira Moderna – Espanhol




Língua Estrangeira – Inglês
2
80
Língua Portuguesa
4
160
Arte
1
40
Sub – Total Área:
9
360

Ciências Naturais e Matemática
Ciências
3
120
Matemática
4
160
Sub – Total Área:
7
280


Ciências Humanas
Educação Religiosa
1
40
Geografia
2
80
História
2
80
Sub – Total Área:
5
200


Totais Gerais
21
840
Legendas:           CS – Carga Horária Semanal Coletiva ou Presencial
                             CHAN – Carga Horária Anual

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